BF2 - iALIMENTAR

21 ECONOMIA CIRCULAR A associação considera que “a tran- sição para sistemas alimentares mais sustentáveis é uma enorme oportunidade económica, já que as expectativas dos cidadãos estão a evoluir e a conduzir a mudanças sig- nificativas no mercado alimentar, o que permitirá às empresas contribuir para um sistema mais sustentável, enquanto diferenciam a sua marca e aumentam a sua competitividade e resiliência”. 7 elementos- -chave da Economia Circular [Circle Economy, 2020] Por isso, através do projeto PortugalFoods_Qualifica, decidiu ela- borar o guia informativo ‘Economia Circular para o Setor Agroalimentar’, que “pretende ajudar à transforma- ção das empresas agroalimentares portuguesas, na transição para uma economia mais circular e, consequen- temente, na progressão na cadeia de valor”. Com o foco nos ganhos de eficiência e no incremento da qualidade dos produtos, tendo por base um para- digma de proteção do ambiente e combate às alterações climáticas, a PortugalFoods adianta que as empre- sas agroalimentares nacionais já estão a assumir a economia cir- cular como o nervo central da sua estratégia de negócio. De facto, as empresas agroa- limentares nacionais já reconhecem a importância da economia circular: 78% das empresas nacionais entrevis- tadas no âmbito do projeto PortugalFoods_Qualif ica valo- rizam bastante esses processos e estratégias, e 69% investiram em economia circular desde o início de 2019: eco-eficiência, eficiência ener- gética, ecoinovação e valorização de subprodutos e resíduos são alguns dos mais importantes fatores-chave para o negócio, apontam. COMO FAZER A TRANSIÇÃO? A transição para uma economia circular pode sistematizar-se, resu- midamente, nos 7 elementos-chave da Economia Circular - DISRUPT [Circle Economy, 2020], ou no enquadramento RESOLVE [Ellen MacArthur Foundation et McKinsey Center for Business and Environment, 2015], salienta o guia, adiantando que “estas abordagens ajudam a considerar várias perspeti- vas relevantes para a transição para uma economia circular, e podem ser adaptadas a diferentes setores, insti- tuições e empresas”. No guia, a PortugalFoods avança com várias recomendações complemen- tares a estas, apresentando também vários casos de sucesso na indústria nacional. O guia completo disponível para down- load em: https://qualifica.portugalfoods. org/wp-content/uploads/2020/12/guia- -economia-circular.pdf • Mudar para energias e materiais renováveis • Recuperar, reter, e restaurar a saúde dos ecossistemas • Devolver os recursos biológicos recuperados à biosfera • Partilhar bens (e.g. carros, quartos, aparelhos) • Reutilizar/comprar em segunda mão • Prolongar a vida através da manutenção, conceção para durabilidade, possibilidade de atualização, etc. • Aumentar o desempenho/a eficiência do produto • Remover resíduos da cadeia de produção e fornecimento • Alavancar big data, automatização, deteção e comando remotos para durabilidade, possibilidade de atualização, etc. • Remanufatura de produtos ou componentes • Reciclar materiais • Digerir anaerobiamente • Extrair bioquímicos a partir de resíduos orgânicos • Livros, música, viagens, compras online, veículos autónomos, etc. • Substituir materiais velhos por materiais avançados não renováveis • Aplicar novas tecnologias (e.g. impressão em 3D) • Escolher novos produtos/serviços (e.g. transporte multimodal) Guia Informativo sobre Economia Circular para o Setor Agroalimentar PORTUGALFOODS|WEDOTECH|2020 37/64 Figura 23 – Enquadramento RESOLVE para Economia Circular [Ellen MacArthur Foundation et McKinsey Center for Business and Environment, 2015]. Considerando o panorama do setor agroalimentar português, a necessidade urgente de transformação dos atuais modelos de produção e consumo para bem do ambiente e da saúde humana, a abertura para a Economia Circular relevada pelas empresas nacionais, e os constrangimentos e necessidades identificados pelas empresas nacionais do setor, são apresentadas várias recomendações para acelerar a transição para uma Economia Circular, direcionadas a qualquer tipo de empresa, independentemente da sua dimensão. Essas recomendações, complementares às abordagens DISRUPT e RESOLVE, são sumariadas na Tabela 2, tendo sido organizadas de acordo com s a bições p ra uma Economia Circular no sistema alimentar (ver Figura 24). Para uma Economia Circular, é imperativo que to os c laborem e ajudem à transformação que implica movimentos e cooperação em toda a cadeia de valor. Se grandes empresas poderão ter maior capacidade financeira, pequenas empresas poderão ter cadeias de decisão mais curtas e maior flexibilidade, podendo agilizar decisões, parcerias estratégicas e iniciativas que fomentem a mudança. REGENERAR Guia Infor ativo sobre Econo ia Circular para o Setor Agroali entar PORTUGALFOODS|WEDOTECH|2020 37/64 Figura 23 – Enquadramento RESOLVE para Economia Circular [Ellen MacArthur Foundation et McKinsey Center for Business and Environment, 2015]. Considerando o panorama do setor agroalimentar português, a necessidade urgente de transformação dos atuais odelos de produção e consumo para bem do ambiente e da saúde humana, a abertura para a Econo ia Circular relevada pelas e presas nacionais, e os constrangi entos e necessidades identificados pelas e presas nacionais do setor, são apresentadas várias reco endações para acelerar a transição para u a Econo ia Circular, direcionadas a qualquer tipo de empresa, independente ente da sua di ensão. Essas recomendações, complementares às abordagens DISRUPT e RESOLVE, são sumariadas na Tabela 2, tendo sido organizadas de acordo com as ambições para uma Economia Circular no sistema alimentar (ver Figura 24). Para uma Economia Circular, é imperativo que todos colaborem e ajudem à transformação que implica movimentos e cooperação e toda a cadeia de valor. Se grandes e presas poderão ter aior capacidade financeira, pequenas e presas poderão ter cadeias de decisão ais curtas e maior flexibilidade, podendo agilizar decisões, parcerias estratégicas e iniciativas que fomentem a mudança. PARTILHAR Guia Informativo sobre Economia Circular para o Setor Agroalimentar P RT GALF DS| EDOTECH|2020 37/64 Figura 23 – Enquadramento RESOLVE para Economia Circular [Ellen acArthur Foundation et cKinsey Center for Business and Environment, 2015]. Considerando o panora a do setor agroali entar português, a necessidade urg nte de transfor ação dos atuais modelos de produção e consu o para be do a biente e da saúde hu ana, a abertura para a Economia Circular relevada pelas empresas nacionais, e os constrangimentos e necessidades identificados pelas empresas nacionais do setor, são apresentadas várias recomendações para acelerar a transição para uma Economia Circular, direcionadas a qualquer tipo de e presa, independentemente da sua dimensão. Essas reco endações, complementares às abordagens DISR PT e RES LVE, são sumariadas na Tabela 2, tendo sido organizadas de acordo co as a bições para u a Econo ia Circular no sistema ali entar (ver Figura 24). Para u a Econo ia Circular, é i perativo que todos colabore e ajudem à transformação que i plica ovi entos e cooperação em toda a cadeia de valor. Se grandes empresas poderão ter aior capacidade financeira, pequenas empresas poderão ter cadeias de decisão mais curtas e aior flexibilidade, podendo agilizar decisões, parcerias estratégicas e iniciativas que fo ente a udança. OTIMIZAR Guia Informativo sobre Economia Circular para o Setor Agroalimentar PORTUGALFOODS|WE OTECH|2020 37/64 Figura 23 – Enquadra ento RESOLVE para Econo ia Circular [Ellen MacArthur Foundation et McKinsey Center for Business and Environ ent, 2015]. Considerando o panorama do setor agroalimentar português, a necessidade urgente de transformação dos atuais modelos de produção e consumo para bem do ambiente e da saúde humana, a abertura para a Economia Circular relevada pelas empresas nacionais, e os constrangimentos e necessidades identificados pelas e presas nacionais do setor, são apresentadas várias recomendações para acelerar a transição para uma Economia Circular, direcionadas a qualquer tipo de empresa, independentemente da sua dimensão. Essas recomendações, co plementares às bordagens DISRUPT e RESOLVE, são sumariadas na Tabela 2, tendo sido organizadas de acordo com as ambições para uma Economia Circular no siste a alimentar (ver Figura 24). Para uma Economia Circular, é imperativo que todos colaborem e ajudem à transformação que implica movimentos e cooperação e toda a cadeia de valor. Se grandes empresas poderão ter maior capacidade financeira, pequenas mpr sas poderão ter cadeias e decisão m is curtas e maior flexibilidade, podendo agilizar decisões, p rcerias estratégicas e iniciativas que foment m a mudança. CICLO Guia Informativo sobre Economia Circular para o Setor Agroalimentar PORTUGALFOODS|WEDOTECH|2020 37/64 Figura 23 – Enquadrame to RESOLVE para Economia Circular [Ellen MacArthur Foundation et McKinsey Center for Business and Environment, 2015]. Co iderando o panorama do setor agroalim ntar português, a necessidade urgente transformação dos atuais modelos de produção e consumo para bem do ambiente e da saúde humana, a abertura para a Economia Circular relevada pelas empresas nacionais, e os constrangimentos e necessidades identificados pelas empresas nacionais do setor, sã apresentadas várias recomendações para acelerar a transição para uma Economia Circul r, dire i nadas a qualquer tipo de empresa, independentemente da sua dimensão. Essas recome dações, complementares às abordagens DISRUPT e RESOLVE, são sumariadas n Tabela 2, te do sido organizadas de acordo com as ambições para uma Economia Circular no sistema alimentar (ver Figura 24). Para uma Economia Ci cular, é imperativo que todos colaborem e ajudem à ransformação que i plica movimentos e cooperação em toda a cadeia de valor. Se grandes empresas poderão ter or capacidade financeira, pequenas empresas poderão ter cadeias de decisão mais curtas e maior flexibilidade, podendo agilizar decisões, parcerias estratégicas e iniciativas que fomentem a mudança. VIRTUALIZAR Guia Infor ativo sobre Econo ia Circular para o Setor Agroali entar PORTUGALFOODS|WEDOTECH|2020 37/64 Figura 23 – Enquadramento RESOLVE para Economia Circular [Ellen MacArthur Foundation et McKinsey Center for Business and Environ ent, 2015]. Co iderando o panora a do setor agroalimentar ortuguês, a necessidade urgente d transformação dos atuais modelos de produção e consu o para be do a biente e da saúde hu ana, a abertura para Econo ia Circular relevada pelas e presas nacionais, e os constrangi entos e necessidades identificados pelas e presas acionais do setor, sã apresentadas várias recomendações para acelerar a transição para u a Economia Circul r, dire i nadas a qualquer tipo e mpresa, ind pendentemente da su dimensão. Essas reco endações, complementares às abordagens DISRUPT e RESOLVE, são sumariadas n Tabela 2, tendo sido organizadas de acordo com as ambições para uma Economia Circular no sistema alimentar (ver Figura 24). Para uma Economia Ci cular, é i perativo que todos colabore e ajude à transfor ação que i plica movimentos e cooperação em toda a cadeia e valor. Se grandes e presas poderão ter r capacidade financeira, pequenas e presas poderão ter cadeias de decisão ais curtas e maior flexibilidade, podendo agilizar decisões, parcerias estratégicas e iniciativas que fo ente a udança. TROCAR

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