BP9 - InterPLAST

ENTREVISTA 14 mentos nem peças de reposição, e isso refletiu-se na faturação. Ainda assim, não optámos pelo layoff e, feliz- mente, conseguimos cumprir com as nossas obrigações. Nesta fase, continuamos apreensivos, mas, felizmente, já conseguimos recuperar esse período de paragem. Como reagiram os vossos clientes a esta crise? Alguns dos nossos clientes reagiram bem e até aumen- taram a sua atividade. Principalmente, empresas do setor da embalagem ou dos dispositivos médicos. A própria indústria automóvel teve um abrandamento, muito tam- bém pela indefinição das fontes de combustível, mas está a recuperar bem. De qualquer forma, acho que estamos a assistir a mudanças contínuas causadas por fatores decorrentes da pandemia, como o teletrabalho. Ainda não sabemos que consequên- cias é que isso terá nos mercados. Mas, estou convencido que, principalmente estes três setores (embalagem, médico e automóvel), vão recuperar bem. Sentem, portanto, que o mercado nacional já está em fase ascendente? Em geral, sim. Posso dizer-lhe que estamos a ter um ano muito interessante, principalmente na área dos periféricos, e que os nossos objetivos para esta fase estão perfeita- mente cumpridos. Notamos também uma melhoria nos prazos de pagamento. Há várias empresas transformadoras de plásticos a inves- tir, principalmente nas áreas da embalagem e da injeção, mas muitas estão a optar por equipamentos de menor Nos últimos anos, a empresa apostou fortemente no desenvolvimento do segmento de equipamentos periféricos.

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